Thursday, April 5, 2007
Wednesday, April 4, 2007
“Poemas em Braille”
A Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência esteve presente na Feira do Papel e do Livro, que decorreu de 15 a 18 de Março, no Parque Municipal de Exposições, tendo feito uma exposição do seu trabalho num dos stands, disponibilizados pela Câmara Municipal da Lousã (Entidade organizadora).
No dia 18 de Março (Domingo) houve uma sessão temática intitulada “Poemas em Braille”, que foi realizada pelo José Moreira, elemento do Grupo Técnico da Provedoria.
Através de equipamento adaptado (computador com software de voz e máquina de escrever em braille), o José Moreira transcreveu para braille alguns poemas, alusivos à Lousã e ofereceu às pessoas mais “curiosas” que ali passavam para observar o seu desempenho.
No dia 18 de Março (Domingo) houve uma sessão temática intitulada “Poemas em Braille”, que foi realizada pelo José Moreira, elemento do Grupo Técnico da Provedoria.
Através de equipamento adaptado (computador com software de voz e máquina de escrever em braille), o José Moreira transcreveu para braille alguns poemas, alusivos à Lousã e ofereceu às pessoas mais “curiosas” que ali passavam para observar o seu desempenho.
Necessito da sua Solidariedade!
Adquira para a sua biblioteca, ou ofereça, um livro escrito e editado por mim, ajudando-me assim a sobreviver.
Exmos. Sr.
Poderia vossa excelência por solidariedade, ajudar-me, adquirindo, alguns exemplares da minha obra “Culpado me Confesso”, livro com 224 páginas, e cujo preço é de 12 euros cada, mais gastos de envio pelos CTT.
Tenho 52 anos, e sou paraplégico com 80% de deficiência, e como deficiente a sociedade não me dá outra oportunidade, assim tenho que continuar a escrever; porque, “temos que sentir os pensamentos e pensar nos sentimentos”.
Estou consciente de que o eco do meu pedido de ajuda, apenas tocará uma minoria de corações, porém se fizer parte dessa minoria, poderei viver com dignidade.
Se por alguma razão não me puder ajudar, seja solidário e envie este e-mail aos seus amigos. No mínimo a dois, por favor. Obrigado!
Espero que o senhor(a) não seja deficiente, mas não esqueça, que o que me sucedeu pode acontecer a qualquer um!
Como indicador, saibam, que algumas Câmaras Municipais, já compraram o meu livro. Entre elas por exemplo, a
Câmara Municipal de Ponte de Lima, de Guimarães, de Famalicão, etc.
Os meus dados pessoais são:
José Leones Lima
Av. 25 de Abril, 105, R/C Dto.
Monserrate
4900-496 Viana do Castelo.
Cont. Nº. 201581930 - Telemóvel: 969 268 970
Sem retenção de IVA, de acordo com o art. 9º, nº 1 D.L. nº 42/91, de 22/1.
Para me conhecerem melhor, visitem o meu Site, em:
http://webleones.home.sapo.pt
Exmos. Sr.
Poderia vossa excelência por solidariedade, ajudar-me, adquirindo, alguns exemplares da minha obra “Culpado me Confesso”, livro com 224 páginas, e cujo preço é de 12 euros cada, mais gastos de envio pelos CTT.
Tenho 52 anos, e sou paraplégico com 80% de deficiência, e como deficiente a sociedade não me dá outra oportunidade, assim tenho que continuar a escrever; porque, “temos que sentir os pensamentos e pensar nos sentimentos”.
Estou consciente de que o eco do meu pedido de ajuda, apenas tocará uma minoria de corações, porém se fizer parte dessa minoria, poderei viver com dignidade.
Se por alguma razão não me puder ajudar, seja solidário e envie este e-mail aos seus amigos. No mínimo a dois, por favor. Obrigado!
Espero que o senhor(a) não seja deficiente, mas não esqueça, que o que me sucedeu pode acontecer a qualquer um!
Como indicador, saibam, que algumas Câmaras Municipais, já compraram o meu livro. Entre elas por exemplo, a
Câmara Municipal de Ponte de Lima, de Guimarães, de Famalicão, etc.
Os meus dados pessoais são:
José Leones Lima
Av. 25 de Abril, 105, R/C Dto.
Monserrate
4900-496 Viana do Castelo.
Cont. Nº. 201581930 - Telemóvel: 969 268 970
Sem retenção de IVA, de acordo com o art. 9º, nº 1 D.L. nº 42/91, de 22/1.
Para me conhecerem melhor, visitem o meu Site, em:
http://webleones.home.sapo.pt
Com os melhores cumprimentos
J. Leones Lima
Saturday, March 31, 2007
Encontro de Provedores

No dia 28-03-07, das 10h às 16h30m, foi realizada uma reunião com os 4 Provedores Municipais das Pessoas com Deficiência (Viseu, Porto, Marco de Canaveses e Lousã), que teve lugar na Junta Metropolitana do Porto.
O principal objectivo foi fazer uma avaliação das situações discutidas anteriormente, na passada reunião, que teve lugar em Viseu.
A ordem de trabalhos prendeu-se com a definição de uma estratégia comum para 2007 e também de acções comuns concretas, conforme as propostas de todos os provedores.
Desta reunião saiu um comunicado à imprensa, tendo por base os seguintes tópicos:
- A necessidade sentida pelo grupo de provedores de ser consignada na Lei, a possibilidade legal e não a obrigatoriedade, da criação de uma figura/organismo, em cada município, que represente os interesses das pessoas em matéria de mobilidade dos seus direitos.
- A proposta para que um representante do Grupo dos Provedores, passe a integrar o Conselho Nacional de Reabilitação e Integração das pessoas com deficiência.
Nesta sequência ficou aprovado, por unanimidade, que seria o Provedor da área Metropolitana e do Município do Porto – Dr. João Cottim Oliveira – a assumir esse função.
- A actuação junto das Administrações das grandes empresas ( CTT; TLP;SIBS; Bancos) que, de acordo com a legislação em vigor (Dec. Lei 163 e Lei 46 de 2006)sejam efectuadas adaptações nos espaços e serviços, em função de uma acessibilidade para todos.
- Na sequencia da Declaração de Atenas, em que os jornalistas europeus se comprometeram a dar uma imagem positiva das pessoas com deficiência/incapacidades, vão ser efectuados contactos junto dos responsáveis pelos órgãos de comunicação social, com o objectivo de promover e divulgar as questões inerentes á mobilidade e acessibilidade para todos.
- Os Provedores manifestaram a preocupação com a nova tributação das pessoas com deficiência, porque não foram alterados outros instrumentos legais fundamentais, para evitar injustiças.
- Como iniciativa de âmbito Nacional, propõem-se desenvolver com diversas entidades responsáveis, acções de reflexão e desmistificação sobre a sexualidade e afectividade das pessoas com deficiência.
- A promoção da qualidade e vida e da plena integração das pessoas com mobilidade condicionada, através da melhoria das acessibilidades nos transportes públicos, quer em meio urbano, quer em meio rural, de acordo com as necessidades reais.
O principal objectivo foi fazer uma avaliação das situações discutidas anteriormente, na passada reunião, que teve lugar em Viseu.
A ordem de trabalhos prendeu-se com a definição de uma estratégia comum para 2007 e também de acções comuns concretas, conforme as propostas de todos os provedores.
Desta reunião saiu um comunicado à imprensa, tendo por base os seguintes tópicos:
- A necessidade sentida pelo grupo de provedores de ser consignada na Lei, a possibilidade legal e não a obrigatoriedade, da criação de uma figura/organismo, em cada município, que represente os interesses das pessoas em matéria de mobilidade dos seus direitos.
- A proposta para que um representante do Grupo dos Provedores, passe a integrar o Conselho Nacional de Reabilitação e Integração das pessoas com deficiência.
Nesta sequência ficou aprovado, por unanimidade, que seria o Provedor da área Metropolitana e do Município do Porto – Dr. João Cottim Oliveira – a assumir esse função.
- A actuação junto das Administrações das grandes empresas ( CTT; TLP;SIBS; Bancos) que, de acordo com a legislação em vigor (Dec. Lei 163 e Lei 46 de 2006)sejam efectuadas adaptações nos espaços e serviços, em função de uma acessibilidade para todos.
- Na sequencia da Declaração de Atenas, em que os jornalistas europeus se comprometeram a dar uma imagem positiva das pessoas com deficiência/incapacidades, vão ser efectuados contactos junto dos responsáveis pelos órgãos de comunicação social, com o objectivo de promover e divulgar as questões inerentes á mobilidade e acessibilidade para todos.
- Os Provedores manifestaram a preocupação com a nova tributação das pessoas com deficiência, porque não foram alterados outros instrumentos legais fundamentais, para evitar injustiças.
- Como iniciativa de âmbito Nacional, propõem-se desenvolver com diversas entidades responsáveis, acções de reflexão e desmistificação sobre a sexualidade e afectividade das pessoas com deficiência.
- A promoção da qualidade e vida e da plena integração das pessoas com mobilidade condicionada, através da melhoria das acessibilidades nos transportes públicos, quer em meio urbano, quer em meio rural, de acordo com as necessidades reais.
CONGRESSO TURISMO ACESSÍVEL
20 de Abril de 2007
ORGANIZAÇÃO
Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC)
Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã
Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL)
Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência (SNRIPD)
Direcção Regional de Economia do Centro (DRE-Centro)
ENTIDADE PROMOTORA
Dueceira- Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça
OBJECTIVO GERAL
A organização deste Congresso tem como objectivo chamar a atenção para a importância da remoção de barreiras e para o desenvolvimento de actividades turísticas acessíveis, de modo a contribuir para um genuíno Turismo para Todos.
OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
Promover o debate sobre as questões subjacentes ao desenvolvimento de um turismo para todos
Informar os diferentes actores para as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida
Apresentar os desafios e oportunidades económicas que se colocam à indústria turística neste domínio.
Discutir o papel de todos os intervenientes na promoção de um Turismo livre de barreiras.
Apresentar casos de boas práticas
PÚBLICO-ALVO
Entidades públicas (Câmaras Municipais, associações de desenvolvimento regional, instituições de ensino), Entidades privadas do sector do turismo (empreendimentos turísticos, empresas de animação turística, empresas de consultoria, operadores e agentes de viagens, etc.), outros organismos públicos, Instituições de deficiência, etc.
LOCAL
Mélia Palácio da Lousã Boutique Hotel
MAIS INFORMAÇÕES
ORGANIZAÇÃO
Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC)
Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã
Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL)
Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência (SNRIPD)
Direcção Regional de Economia do Centro (DRE-Centro)
ENTIDADE PROMOTORA
Dueceira- Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça
OBJECTIVO GERAL
A organização deste Congresso tem como objectivo chamar a atenção para a importância da remoção de barreiras e para o desenvolvimento de actividades turísticas acessíveis, de modo a contribuir para um genuíno Turismo para Todos.
OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
Promover o debate sobre as questões subjacentes ao desenvolvimento de um turismo para todos
Informar os diferentes actores para as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida
Apresentar os desafios e oportunidades económicas que se colocam à indústria turística neste domínio.
Discutir o papel de todos os intervenientes na promoção de um Turismo livre de barreiras.
Apresentar casos de boas práticas
PÚBLICO-ALVO
Entidades públicas (Câmaras Municipais, associações de desenvolvimento regional, instituições de ensino), Entidades privadas do sector do turismo (empreendimentos turísticos, empresas de animação turística, empresas de consultoria, operadores e agentes de viagens, etc.), outros organismos públicos, Instituições de deficiência, etc.
LOCAL
Mélia Palácio da Lousã Boutique Hotel
MAIS INFORMAÇÕES
www.cm-lousa.pt/provedoria www.esec.pt
239 990 375 / 916288494 (Isabel Dias) provedoria.deficiencia@cm-lousa.pt
239 793120 /962875170 (Eugénia Lima Devile) eugenia@esec.pt
Proposta Congresso Turismo Acessível
Organização: Escola Superior de Educação de Coimbra, Provedoria do Cidadão da Pessoa com Deficiência da Câmara Municipal da Lousã, Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL), Secretariado Nacional de Reabilitação e Integração da Pessoa com Deficiência (SNRIPD) Direcção Regional de Economia do Centro (DRE-Centro),
Financiamento: Dueceira- Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça
(Programa LEADER+ELOZ. Entre Lousã e Zêzere
Local: Lousã
Enquadramento
A temática de Turismo Acessível ou Turismo para Todos tem merecido pouca atenção, quer por parte da indústria turística quer por parte dos académicos e do sector público em geral, ao contrário do que se passa noutros domínios da actividade turística, amplamente discutidos.
O grupo de pessoas com mobilidade reduzida é muito diversificado e inclui pessoas portadoras de deficiência, idosos, pessoas que transportam carrinhos de bebé, pessoas que transportam bagagem pesada, ou com outros problemas de mobilidade. Neste sentido, o mercado de Turismo Acessível é muito superior ao que se poderia esperar e tem também um efeito multiplicador na economia, dado que as condições acessíveis significam maior nível de qualidade dos serviços e conforto para todos os potenciais utilizadores, o que resultará numa maior procura.
No entanto, a acessibilidade dos bens e serviços turísticos para pessoas com mobilidade reduzida continua a ser precária, apesar de se assistir a uma mudança gradual e de se terem feito alguns esforços, não só a nível regulamentar, mas também pelo surgimento de algumas iniciativas que promovem o Turismo para Todos..
A realização deste Congresso de Turismo Acessível pretende reflectir sobre esta problemática, associando um conjunto de entidades que têm responsabilidade acrescida incluindo o mundo académico, representado pelo Curso de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra, que constitui um factor primordial na mudança de atitudes e na formação de futuros técnicos de Turismo.
Por outro lado, o conceito de Região Solidária, cujo promotor é a Dueceira, no âmbito do território abrangido pelo Programa LEADER+ELOZ de Entre Lousã e Zêzere, perspectiva um conjunto de acções tendo por base a definição de novas abordagens ao conceito de solidariedade, cidadania, participação activa e educação cívica das populações, quer seja a nível social, económico, ambiental ou patrimonial.
Neste contexto, a associação de desenvolvimento Dueceira, ao apoiar a realização deste Congresso, avança num processo articulado de intervenção que perspectiva assumir o Turismo Adaptado enquanto factor de diferenciação e identidade territorial.
Assim, a organização deste Congresso contempla objectivos de vária ordem que no seu conjunto, permitirão chamar a atenção para a importância da remoção de barreiras e do desenvolvimento de actividades turísticas acessíveis, de modo a contribuir para o desenvolvimento de um Turismo para Todos.
São objectivos específicos deste evento:
Promover o debate sobre as questões subjacentes ao desenvolvimento de um turismo para todos
Informar os diferentes actores para as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida
Discutir o papel dos diferentes actores na promoção de um turismo livre de barreiras
Reflectir sobre os desafios e oportunidades económicas que se colocam à indústria turística neste domínio.
Apresentar casos de boas práticas
Reflectir como tornar a região competitiva de um ponto de vista social e económico, diferenciando-a enquanto alavanca de um processo de transformação de mentalidades e de realidades físicas assume-se como o macro-objectivo inerente a esta proposta de Congresso. Pretendemos deste modo, alargar o âmbito do Programa Região Solidária, assumindo este conceito como mote de todas as intervenções futuras.
De realçar ainda, que no decorrer do Congresso, serão apresentados iniciativas e casos de boas práticas que se possam vir a assumir enquanto acções-piloto, a desenvolver nesta região e que poderão estimular iniciativas mais vastas a nível nacional. A criação de uma rota turística adaptada que envolva uma rede de agentes públicos e privados; a concepção de um selo de acessibilidade, entre outras possíveis intervenções, podem constituir-se exemplos de acções que se integrem no projecto Região Solidária.
Público-alvo: Câmaras Municipais, Regiões de Turismo, Associações de Desenvolvimento Regional, Instituições de ensino, Entidades privadas do sector do turismo: empreendimentos turísticos, empresas de animação turística, empresas de consultoria, operadores e agentes de viagens, Associações de deficiência, etc.
Financiamento: Dueceira- Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça
(Programa LEADER+ELOZ. Entre Lousã e Zêzere
Local: Lousã
Enquadramento
A temática de Turismo Acessível ou Turismo para Todos tem merecido pouca atenção, quer por parte da indústria turística quer por parte dos académicos e do sector público em geral, ao contrário do que se passa noutros domínios da actividade turística, amplamente discutidos.
O grupo de pessoas com mobilidade reduzida é muito diversificado e inclui pessoas portadoras de deficiência, idosos, pessoas que transportam carrinhos de bebé, pessoas que transportam bagagem pesada, ou com outros problemas de mobilidade. Neste sentido, o mercado de Turismo Acessível é muito superior ao que se poderia esperar e tem também um efeito multiplicador na economia, dado que as condições acessíveis significam maior nível de qualidade dos serviços e conforto para todos os potenciais utilizadores, o que resultará numa maior procura.
No entanto, a acessibilidade dos bens e serviços turísticos para pessoas com mobilidade reduzida continua a ser precária, apesar de se assistir a uma mudança gradual e de se terem feito alguns esforços, não só a nível regulamentar, mas também pelo surgimento de algumas iniciativas que promovem o Turismo para Todos..
A realização deste Congresso de Turismo Acessível pretende reflectir sobre esta problemática, associando um conjunto de entidades que têm responsabilidade acrescida incluindo o mundo académico, representado pelo Curso de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra, que constitui um factor primordial na mudança de atitudes e na formação de futuros técnicos de Turismo.
Por outro lado, o conceito de Região Solidária, cujo promotor é a Dueceira, no âmbito do território abrangido pelo Programa LEADER+ELOZ de Entre Lousã e Zêzere, perspectiva um conjunto de acções tendo por base a definição de novas abordagens ao conceito de solidariedade, cidadania, participação activa e educação cívica das populações, quer seja a nível social, económico, ambiental ou patrimonial.
Neste contexto, a associação de desenvolvimento Dueceira, ao apoiar a realização deste Congresso, avança num processo articulado de intervenção que perspectiva assumir o Turismo Adaptado enquanto factor de diferenciação e identidade territorial.
Assim, a organização deste Congresso contempla objectivos de vária ordem que no seu conjunto, permitirão chamar a atenção para a importância da remoção de barreiras e do desenvolvimento de actividades turísticas acessíveis, de modo a contribuir para o desenvolvimento de um Turismo para Todos.
São objectivos específicos deste evento:
Promover o debate sobre as questões subjacentes ao desenvolvimento de um turismo para todos
Informar os diferentes actores para as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida
Discutir o papel dos diferentes actores na promoção de um turismo livre de barreiras
Reflectir sobre os desafios e oportunidades económicas que se colocam à indústria turística neste domínio.
Apresentar casos de boas práticas
Reflectir como tornar a região competitiva de um ponto de vista social e económico, diferenciando-a enquanto alavanca de um processo de transformação de mentalidades e de realidades físicas assume-se como o macro-objectivo inerente a esta proposta de Congresso. Pretendemos deste modo, alargar o âmbito do Programa Região Solidária, assumindo este conceito como mote de todas as intervenções futuras.
De realçar ainda, que no decorrer do Congresso, serão apresentados iniciativas e casos de boas práticas que se possam vir a assumir enquanto acções-piloto, a desenvolver nesta região e que poderão estimular iniciativas mais vastas a nível nacional. A criação de uma rota turística adaptada que envolva uma rede de agentes públicos e privados; a concepção de um selo de acessibilidade, entre outras possíveis intervenções, podem constituir-se exemplos de acções que se integrem no projecto Região Solidária.
Público-alvo: Câmaras Municipais, Regiões de Turismo, Associações de Desenvolvimento Regional, Instituições de ensino, Entidades privadas do sector do turismo: empreendimentos turísticos, empresas de animação turística, empresas de consultoria, operadores e agentes de viagens, Associações de deficiência, etc.
Wednesday, March 28, 2007
Congresso de Turismo Acessível
Programa
Dia 20 de Abril de 2007
Organização:
Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã, Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL), Secretariado Nacional de Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência (SNRIPD) Direcção Regional de Economia do Centro (DRE-Centro)
Local: Mélia Palácio da Lousã Boutique Hotel
Pivot: João Fernando Ramos - Jornalista da RTP
9h30m - Sessão de Abertura: Secretaria de Estado da Reabilitação (a confirmar), Secretaria de Estado do Turismo (a confirmar), Provedor Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã, Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Presidente da Dueceira, Presidente do Conselho Directivo da ESEC, Director Regional da Economia da Região Centro
10h15m - Conferência de Abertura: Vítor Neto
10h45m - Coffee Break
11h00m - 1.º Painel: O papel do Sector Público no desenvolvimento do Turismo para Todos
Luisa Portugal – (Secretariado Nacional de Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência) SNRIPD
Alarcão Trony - INATEL
Fátima Alves - Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva
Jorge Umbelino – Instituto Nacional de Informação Turística (INFTUR)
Paula Teles – Associação Portuguesa de Planeadores
Moderador: Pedro Machado - Presidente da Região de Turismo do Centro
12h30m - Debate
13h - Almoço Livre
14h30m - 2.º Painel: Vantagens Económicas do Turismo para Todos
Fundosa Accesibilidad/ONCE – (Espanha)
Eugénia Lima Devile – Escola Superior de Educação de Coimbra
Joana Prates - AccessiblePortugal
Eduardo Abreu - Neoturis - Consultadoria
Moderadora: Fátima Neves - Professora Coordenadora da Área de Ciências Sociais da Escola Superior de Educação de Coimbra
15h30m - Debate
16h - Coffee- Break
16h30m - 3.º Painel: Casos de Boas Práticas
Javier Melgosa - Profesor de la Universidad de Salamanca y Concejal de Turismo de Ávila –(Espanha)
Manuela Fialho - Associação Terras DentroAli Ghomrani HANIMA (França)
André Leman - Associação de Promoção do Desporto Adaptado
Ricardo Espírito Santo - Representante Estuário do Tejo
Moderador: Paula Malta – Editora da Revista Turismo & Desenvolvimento da Universidade de Aveiro
17h30m - Debate
Testemunho Pessoal: Maria Teresa Silva Maia
18h 30m - Sessão de Encerramento: Secretaria de Estado da Reabilitação (a confirmar), Secretaria de Estado do Turismo (a confirmar), Presidente da ARCIL (Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã), Governador Civil do Distrito de Coimbra, Direcção Geral do Desenvolvimento Rural, Responsável do Curso de Turismo da ESEC
Sessões paralelas:
No decorrer do Congresso, serão apresentados iniciativas e casos de boas práticas que se possam vir a assumir enquanto acções-piloto, a desenvolver nesta região e que poderão estimular iniciativas mais vastas a nível nacional. A criação de uma rota turística adaptada que envolva uma rede de agentes públicos e privados; a concepção de um selo de acessibilidade, entre outras possíveis intervenções, podem constituir exemplos de acções que se integrem no projecto Região Solidária.
Monday, March 26, 2007
Turismo mais acessível
Actividades da Provedoria Municipal da Pessoas com Deficiência
Durante este ano, a Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã prevê a realização de três actividades essenciais, o programa “Praias acessíveis, praias para todos”, “Escola alerta” e a realização de um congresso de “Turismo acessível”.
Destas acções, a primeira consiste no acompanhamento do processo de candidatura e execução de acessibilidade às praias fluviais incluindo vistas às respectivas praias.
A provedoria também tenciona acompanhar o programa “Escola alerta”, com o apoio técnico às entidades envolvidas no projecto, com a constituição de um júri local, e entrega dos prémios aos trabalhos vencedores, até a 5 de Junho – no concurso nacional, e 9 de Junho – no concurso local.
Até ao dia 20 de Abril está também previsto a realização de um Congresso sobre “Turismo Acessível”, onde irá ser admitido um estágio curricular de uma aluna da Escola Superior de Educação de Coimbra, da área de turismo, e a realização de uma proposta de candidatura de financiamento à Dueceira (Programa Leader).
Entretanto, durante o ano, vão ser realizadas acções no âmbito da elaboração de um plano de acessibilidade na Lousã, divulgação do trabalho da provedoria, implementação do selo “Lousã Acessível”.
A criação de acessibilidade na acessibilidade na serra da Lousã, a sensibilização para a promoção das acessibilidades e realização de acções de sensibilização sobre a temática da deficiência e acessibilidades e fomentação de acções de informação e formação no âmbito da acessibilidade e segurança e melhorar acessibilidades a diferentes níveis – físico, novas tecnologias, transportes, Internet, tornar restaurantes da Lousã acessíveis a pessoas com deficiência visual – traduzir as ementas em Braille.
Também a realização de acções de formação para qualificação para o atendimento das pessoas com deficiência ou incapacidade dos profissionais que operam na área do turismo, a implementar do Serviço de Informação e Mediação para pessoas com deficiência, fomentar interacções e valorizar as parcerias locais, entre outras actividades são alguns dos principais projectos programados pela Provedoria para desenvolver ao longo deste ano.
Destas acções, a primeira consiste no acompanhamento do processo de candidatura e execução de acessibilidade às praias fluviais incluindo vistas às respectivas praias.
A provedoria também tenciona acompanhar o programa “Escola alerta”, com o apoio técnico às entidades envolvidas no projecto, com a constituição de um júri local, e entrega dos prémios aos trabalhos vencedores, até a 5 de Junho – no concurso nacional, e 9 de Junho – no concurso local.
Até ao dia 20 de Abril está também previsto a realização de um Congresso sobre “Turismo Acessível”, onde irá ser admitido um estágio curricular de uma aluna da Escola Superior de Educação de Coimbra, da área de turismo, e a realização de uma proposta de candidatura de financiamento à Dueceira (Programa Leader).
Entretanto, durante o ano, vão ser realizadas acções no âmbito da elaboração de um plano de acessibilidade na Lousã, divulgação do trabalho da provedoria, implementação do selo “Lousã Acessível”.
A criação de acessibilidade na acessibilidade na serra da Lousã, a sensibilização para a promoção das acessibilidades e realização de acções de sensibilização sobre a temática da deficiência e acessibilidades e fomentação de acções de informação e formação no âmbito da acessibilidade e segurança e melhorar acessibilidades a diferentes níveis – físico, novas tecnologias, transportes, Internet, tornar restaurantes da Lousã acessíveis a pessoas com deficiência visual – traduzir as ementas em Braille.
Também a realização de acções de formação para qualificação para o atendimento das pessoas com deficiência ou incapacidade dos profissionais que operam na área do turismo, a implementar do Serviço de Informação e Mediação para pessoas com deficiência, fomentar interacções e valorizar as parcerias locais, entre outras actividades são alguns dos principais projectos programados pela Provedoria para desenvolver ao longo deste ano.
Fonte: Jornal Trevim
Friday, March 9, 2007
Provedoria continua a investir na acessibilização da Lousã
Descrição da foto: O Provedor no museu etnográfico a realizar mais uma das suas iniciativas.
A Provedoria pretende criar um sistema de informação on-line para pesquisa de locais acessíveis na Lousã (restaurantes, serviços públicos, espaços exteriores, vias de circulação…).
A circulação na via pública, a largura e inclinação dos passeis, os obstáculos na via pública, passadeiras, a sinalização de perigo táctil, visual e sonora, são também preocupações a ter em conta, num projecto de acessibilidade. Daí ser importante solicitar uma assessoria técnica a entidades altamente especializadas nesta matéria.
Por iniciativa do Provedor Municipal das Pessoas com Deficiência, Prof. José Ernesto Carvalhinho, foi realizada uma reunião no dia 15 de Fevereiro de 2007, entre a Câmara Municipal da Lousã e as seguintes entidades: http://www.electrosertec.pt/ (Aquilino Fernandes) e Carla Faria criadora do portal http://www.ajudas.com/. Este encontro teve como base a apresentação de propostas de acessibilidade.
A Provedoria pretende criar um sistema de informação on-line para pesquisa de locais acessíveis na Lousã (restaurantes, serviços públicos, espaços exteriores, vias de circulação…).
A circulação na via pública, a largura e inclinação dos passeis, os obstáculos na via pública, passadeiras, a sinalização de perigo táctil, visual e sonora, são também preocupações a ter em conta, num projecto de acessibilidade. Daí ser importante solicitar uma assessoria técnica a entidades altamente especializadas nesta matéria.
A Provedoria admite estágio curricular na área do Turismo
Descrição da foto: Carla Oliveira Pinto, estagiária de Turismo.
Tendo em conta que a eliminação de barreiras arquitectónicas pode contribuir para o desenvolvimento de um TURISMO PARA TODOS, a Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência admitiu um estágio curricular do curso de Turismo, da Escola Superior de Educação de Coimbra.
A estagiária Carla Oliveira Pinto está a frequentar o 4.º ano e encontra-se a realizar um trabalho de Seminário na área do “Turismo de Montanha para pessoas portadoras de uma deficiência visual”.
Ela encontra-se desde já empenhada em dar o seu contributo, nomeadamente, para colaborar na organização do Congresso “Turismo Acessível”, que se vai realizar no dia 20-04-07, entre outras acções previstas no Plano de Acção, no âmbito da sua experiência curricular.
APPLA (Associação Portuguesa de Planeadores do Território) apresenta proposta de acessibilidade na Lousã
Por iniciativa do Provedor Municipal das Pessoas com Deficiência da Lousã, Prof. José Ernesto Carvalhinho, foi realizada no dia 14-02-07, uma reunião entre o Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Dr. Fernando Carvalho, e a Eng. Paula Teles, Coordenadora Nacional do Projecto Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, com a finalidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela APPLA, bem como a sua metodologia de trabalho.
Construir cidades com mobilidade constitui por isso, um imperativo ético e social. A APPLA responsabiliza-se por diagnosticar as mudanças que devem ser operadas no espaço público, nomeadamente ao nível de arruamentos, passeios, mobiliário urbano e acessos a edifícios, no sentido de ir ao encontro de uma cidade adequada a todos os cidadãos, sem discriminações de qualquer natureza.
A Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência está, absolutamente, empenhada em continuar o trabalho, já iniciado em prol de uma Lousã mais acessível.
Arquitetura inclusiva
Descrição: Um filme que alerta os arquitectos para percorrem as suas obras porque pode haver alguma falha na acessibilidade
Friday, March 2, 2007
Cem anos do ramal sem gente
Descrição da foto: um cidadão a tentar entrar para a automotora
Contrariamente ao que aconteceu há cem anos em que a inauguração da linha constituiu uma festa com uma avalanche popular que quis ver a primeira locomotiva a vapor a circular nos carris, as cerimónias comemorativas dos cem anos do caminho-de-ferro, pautaram-se sobretudo pela falta de adesão, tanto popular, como de autoridades públicas.
A presença dos Bombeiros Municipais da Lousã, da GNR e das bandas filarmónicas de Lousã e Arganil imprimiram alguma solenidade à festividade e alguma semelhança com os acontecimentos de há cem anos, em que as duas bandas também tocaram. A de Arganil, obviamente, ainda com a esperança de que a linha chegasse até à localidade, o que não se veio a concretizar.
Junto ao edifício da estação, que foi retocada cosmeticamente durante o ano - a estrutura denotava ainda mais sinais de degradação, devido sobretudo ao facto de ter encerrado há vários anos -, mantiveram-se em sinal de respeito e a ouvir atentamente as duas bandas, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Carvalho, e Fransciso Cardoso dos Reis, presidente do Conselho de Gerência da CP. No entanto, nenhum usou da palavra. Só Vítor Maia e Costa, quadro superior da Biblioteca Municipal, falou, para ler algumas notas históricas da linha que comemorava cem anos de vida.
Notou-se a ausência de populares e mesmo de entidades públicas, com responsabilidades políticas locais, nomeadamente presidentes de junta, vereadores e deputados municipais. Presente esteve um representante da Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência a fim de apenas lembrar a falta de acessibilidade que ainda perdura ao transporte ferroviário. “A mesma acessibilidade de há cem anos mantém-se. Ou seja, nenhuma”, referiu-nos João Henriques, cidadão paraplégico que se tem debatido pela eliminação de barreiras arquitectónicas na Lousã.
A cerimónia de descerramento de placa alusiva ao centenário do ramal da Lousã, que decorreu na estação de caminho de ferro, sábado, dia 16 de Dezembro, não teve adesão popular e não mereceu discursos de nenhuma entidade presente.
Contrariamente ao que aconteceu há cem anos em que a inauguração da linha constituiu uma festa com uma avalanche popular que quis ver a primeira locomotiva a vapor a circular nos carris, as cerimónias comemorativas dos cem anos do caminho-de-ferro, pautaram-se sobretudo pela falta de adesão, tanto popular, como de autoridades públicas.
A presença dos Bombeiros Municipais da Lousã, da GNR e das bandas filarmónicas de Lousã e Arganil imprimiram alguma solenidade à festividade e alguma semelhança com os acontecimentos de há cem anos, em que as duas bandas também tocaram. A de Arganil, obviamente, ainda com a esperança de que a linha chegasse até à localidade, o que não se veio a concretizar.
Junto ao edifício da estação, que foi retocada cosmeticamente durante o ano - a estrutura denotava ainda mais sinais de degradação, devido sobretudo ao facto de ter encerrado há vários anos -, mantiveram-se em sinal de respeito e a ouvir atentamente as duas bandas, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Carvalho, e Fransciso Cardoso dos Reis, presidente do Conselho de Gerência da CP. No entanto, nenhum usou da palavra. Só Vítor Maia e Costa, quadro superior da Biblioteca Municipal, falou, para ler algumas notas históricas da linha que comemorava cem anos de vida.
Notou-se a ausência de populares e mesmo de entidades públicas, com responsabilidades políticas locais, nomeadamente presidentes de junta, vereadores e deputados municipais. Presente esteve um representante da Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência a fim de apenas lembrar a falta de acessibilidade que ainda perdura ao transporte ferroviário. “A mesma acessibilidade de há cem anos mantém-se. Ou seja, nenhuma”, referiu-nos João Henriques, cidadão paraplégico que se tem debatido pela eliminação de barreiras arquitectónicas na Lousã.
Fonte: Jornal Trevim
Ser Excepcional
O Provedor foi aos Açores para participar num Seminário “Ser Excepcional”.
O Instituto de Acção Social através da Equipa Multidisciplinar de Apoio ao Cidadão com Necessidades Especiais da Divisão de Acção Social de Angra do Heroísmo, e em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia dos Altares, organizou um Seminário, para abordar a problemática da Deficiência, denominado “SER EXCEPCIONAL” que se realizou na Praia da Vitória (Ilha Terceira), nos dias 6 e 7 de Dezembro de 2006 e que teve como objectivo fazer a apresentação da “Rede de Apoio ao Cidadão com Necessidades Especiais”.
Neste sentido, o Sr. Provedor Municipal das Pessoas com Deficiência, Prof. José Ernesto Carvalhinho, foi convidado a apresentar um trabalho no Painel dedicado às “Medidas Sociais” e também para falar no trabalho desenvolvido pela Provedoria, tendo assim participado activamente neste Seminário.
O Instituto de Acção Social através da Equipa Multidisciplinar de Apoio ao Cidadão com Necessidades Especiais da Divisão de Acção Social de Angra do Heroísmo, e em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia dos Altares, organizou um Seminário, para abordar a problemática da Deficiência, denominado “SER EXCEPCIONAL” que se realizou na Praia da Vitória (Ilha Terceira), nos dias 6 e 7 de Dezembro de 2006 e que teve como objectivo fazer a apresentação da “Rede de Apoio ao Cidadão com Necessidades Especiais”.
Neste sentido, o Sr. Provedor Municipal das Pessoas com Deficiência, Prof. José Ernesto Carvalhinho, foi convidado a apresentar um trabalho no Painel dedicado às “Medidas Sociais” e também para falar no trabalho desenvolvido pela Provedoria, tendo assim participado activamente neste Seminário.
A Provedoria realizou acções de sensibilização a crianças e jovens sobre as acessibilidades
Descrição da imagem: José Moreira e a sua cadela-guia, que se chama “Guiana” com algumas crianças.
A Provedoria deslocou-se à EB1 de Santa Rita, no dia 7 de Dezembro de 2006 para realizar uma acção de sensibilização às crianças, no âmbito da comemoração do Dia Internacional das Pessoas com deficiência (3-12-06).
Um elemento do grupo Técnico de Acessibilidade, José Moreira, que possui uma deficiência visual, falou da forma positiva como vive o seu dia-a-dia. Mostrou alguns equipamentos que o ajudam a ultrapassar essa deficiência, nomeadamente, um computador, telemóvel, com software de voz e até algumas ferramentas de carpinteiro, que utiliza para fazer alguns “arranjos” domésticos (nível, fita métrica adaptados com software de voz).
No final, mostrou a sua cadela-guia, que se chama “Guiana”, realçando a confiança que deposita nela, o que encantou as crianças e professores presentes.
A Provedoria deslocou-se à EB1 de Santa Rita, no dia 7 de Dezembro de 2006 para realizar uma acção de sensibilização às crianças, no âmbito da comemoração do Dia Internacional das Pessoas com deficiência (3-12-06).
Um elemento do grupo Técnico de Acessibilidade, José Moreira, que possui uma deficiência visual, falou da forma positiva como vive o seu dia-a-dia. Mostrou alguns equipamentos que o ajudam a ultrapassar essa deficiência, nomeadamente, um computador, telemóvel, com software de voz e até algumas ferramentas de carpinteiro, que utiliza para fazer alguns “arranjos” domésticos (nível, fita métrica adaptados com software de voz).
No final, mostrou a sua cadela-guia, que se chama “Guiana”, realçando a confiança que deposita nela, o que encantou as crianças e professores presentes.
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